Glossário:
- ANGSTRÖN: unidade de medida freqüentemente usada para comprimento de onda. Um angström é igual a 10-10 metros.
- ÂNGULO CUTOFF (de uma luminária): é o ângulo entre o eixo vertical que passa pelo centro da luminária e a primeira linha de visada de um observador situado no solo, sob a qual o bulbo da lâmpada deixa de ser visivel. É medido a partir da vertical inferior.
- COEFICIENTE DE UTILIZAÇÃO: razão entre o fluxo luminoso de uma luminária, recebido no plano de trabalho (a área onde a luz é necessária) e o fluxo emitido efetivamente pela luminária.
- EFICIÊNCIA LUMINOSA: é a relação entre o fluxo luminoso total emitido por uma fonte e a potência por ela absorvida. Sua unidade é lumens por Watt (lum/W).
- ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO: distribuição de energia emitida por uma fonte de radiação, ordenada segundo seu comprimento de onda e freqüência. Se extende desde os raios-gama (ondas curtíssimas de altas freqüências), até as ondas de rádio (grandes comprimentos e baixas freqüências). A janela ótica do espectro vai do violeta (3.800 angströns) ao vermelho (7.800 angströns).
- FOTOMETRIA: medição quantitativa dos níveis de luz e sua distribuição.
- ILUMINÂNCIA ou ILUMINAMENTO: é a densidade do fluxo luminoso incidente em uma superfície. Sua unidade de medida é o lux, que é equivalente ao iluminamento produzido por um fluxo de 1 lumem, uniformemente distribuido sobre uma área de 1 m².
- INTENSIDADE LUMINOSA: é o grau ou a quantidade de energia ou luz.
- LÂMPADA A VAPOR DE MERCÚRIO (VM): fonte na qual a luz é produzida pela passagem da corrente elétrica através do vapor de mercúrio.
- LÂMPADA A VAPOR DE SÓDIO DE ALTA PRESSÃO (VSAP): fonte onde a luz é produzida pela passagem da corrente elétrica através do vapor de sódio, a pressões relativamente altas (100 torr.).
- LÂMPADA A VAPOR DE SÓDIO DE BAIXA PRESSÃO (VSBP): fonte na qual a luz é produzida pela passagem da corrente elétrica através do vapor de sódio a pressões relativamente baixas (0,001 torr.).
- LÂMPADA INCANDESCENTE: fonte onde a luz é produzida pelo aquecimento de um filamento metálico a alta temperatura, por uma corrente elétrica.
- LEIS DOS ILUMINAMENTOS: o iluminamento é diretamente proporcional à intensidade da fonte luminosa e ao cosseno do ângulo de incidência, e inversamente proporcional ao quadrado da distância da fonte ao objeto iluminado. (E = I x cos i / d²)
- LUMEM: unidade de medida do fluxo luminoso.
- LUMINÁRIA: conjunto destinado a abrigar a lâmpada num sistema de iluminação. Inclui elementos designados para o direcionamento e controle do fluxo emitido, tais como refletores (espelhos) e refratores (lentes).
- LUMINÁRIA CUTOFF: luminária caracterizada por gerar um cone luminoso descendente. Evita a luz intrusa, a poluição luminosa e proporciona um ótimo aproveitamento da luz produzida.
- LUZ INTRUSA ou OBSTRUSIVA: é a luz dirigida para onde ela é indesejada ou desnecessária.
- LUX: unidade de medida da iluminância e equivalente a um lumem por metro quadrado.
- POLUIÇÃO LUMINOSA: qualquer efeito adverso causado pelas luzes artificiais. É freqüentemente utilizada para designar as bolhas de luz verificadas no céu, sobre os aglomerados urbanos.
- RENDIMENTO CROMÁTICO: efeito de uma fonte de luz artificial na cor aparente de um objeto, em comparação com sua cor aparente sob a luz do dia. O mesmo que reprodução de cores.
Referências:
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- CEMIG: ND-3.4 - Projetos de IP e Especiais (texto base).
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- CRAWFORD, David L.; HUNTER, Tim B.: The Battle Against Light Pollution; U.S.A., Sky & Telescope, Vol. 80, N° 01, Pg. 23, 1990.
- ELETRICIDADE MODERNA: CPFL: Iluminação Pública Com Menos Consumo; São Paulo, Aranda, Pg. 06, set/1992.
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- HUNTER, Tim B.: Unlikely Allies in the Dark-Sky Movement; U.S.A., Sky & Telescope, Vol. 83 , N° 02 , Pg. 217, fev/1992.
- KOSAI, Hiroki; ISOBE, Syuzo; NAKAYAMA, Hironori: Night-Sky Brightness Over Japan; U.S.A., Sky & Telescope, Vol. 84 , N° 05 , Pg. 564, nov/ 1992.
- MOGAMI, Sandra: Participação Brasileira e Ecologia Foram as Marcas do Cired 95; São Paulo, Eletricidade Moderna, Aranda, Pg. 30, jun/1995.
- MOREIRA, Vinicius de A.: Iluminação e Fotometria, Teoria e Aplicação; São Paulo, Edgard Blücher, 1982.
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- PETERCO: Iluminação Externa; São Paulo, 1968-1974
- REGANATI, Carlos A. R.; MELLO, Éverton L.: A Correta Utilização e Manutenção das Lâmpadas a Vapor de Sódio AP; São Paulo, Eletricidade Moderna, Aranda, Pg. 46, set/1992.
- SILVESTRE, Roberto F.: A Poluição Luminosa e os Observatórios Astronômicos; Uberlândia, Correio do Triângulo, Ciência, Pg. 09, Ed. 31/05/1995.
- SPERLING, Norman: Licking Light Pollution; U.S.A., Sky & Telescope, Vol. 60, N° 01, Pg. 17, jul/1980.
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- TESSMER, Hélio: ISO 14000 e Uso da Energia no Brasil; São Paulo, Eletricidade Moderna, Aranda, Pg. 158, mai/1995.
- TORRES, Carlos A. de O.: Energia Econômica (carta); São Paulo, Ciência Hoje, nov/1993.
- VINHA, Reginaldo: A Saída é Conservar Energia; São Paulo, Eletricidade Moderna, Aranda, Pg. 146, jul/1995.
Este trabalho, embora pouco divulgado fora do âmbito da CEMIG, deu origem a um artigo "A Otimização da Iluminação Pública", que foi publicado na edição monotemática, sobre poluição luminosa, do jornal "COSMOS", em 1997. Este artigo teve boa repercussão e foi citado nas seguintes publicações:
ILUMINAÇÃO ARTIFICIAL
Trabalho desenvolvido por: Bruna Cavaignac Nardi, Marina Parada Pavoni, Marta Lindner Petry e Milena de Mesquita Brandão (Tecnologia da Edificação I) do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina, sob a orientação do Prof. Anderson Claro. 2003.
ASPECTOS DA POLUIÇÃO LUMINOSA NO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES/RJ
Monografia apresentada por Carlos Henrique de Oliveira Precioso, na conclusão do curso de pós-graduação latu sensu em Ensino de Astronomia, no Centro Federal de Educação Tecnológica de Campos dos Goytacazes/RJ. Agosto/2005.
ESTUDO PARA DESENVOLVIMENTO DE RELÉ FOTOELETRÔNICO
Projeto de graduação apresentado por Leonardo Ribeiro, ao Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Espírito Santo. Abril/2006.
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